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Carnaval no Rio

Postado por Marcelo Allevato em 17 de janeiro de 2014
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Passou o Natal, Réveillon, e depois dessas datas festivas começam as programações de Carnaval. No domingo dia 12 de janeiro, houve a abertura não-oficial do Carnaval de blocos de rua do Rio de Janeiro.

Poucos se lembram das pequenas aglomerações que iniciaram o carnaval de rua carioca no século passado.  Começou como uma afronta a burguesia que não reinaria sozinha pelas ruas do Rio.  A mistura desses tão diferentes grupos  acabou por forçar uma convivência entre eles. As influências desses grupos entre si acabaram por integrar características do carnaval, como fantasias, organização da folia etc.

Como resultado disso vemos a influência de culturas e uma incrível variedade de grupos, além de uma liberdade que fez surgir uma identidade do carnaval carioca forjada nas ruas, entre tensões, crises politicas e diálogos.  Aos poucos o Carnaval do Rio está ganhando forças, a força que foi perdida ao longo dos anos, relembrando as antigas marchinhas, e o espírito folião carioca.

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Esse espírito esta sendo retomado aos poucos, independente de esforço do poder púbico, de mídias de massa, e patrocínios e etc. Cada vez mais blocos estão surgindo, alguns crescendo, e o número de foliões nas ruas a cada carnaval está dobrando.

O bloco Banda de Ipanema  é um dos mais conhecidos do carnaval carioca e arrasta milhões de pessoas durante seu desfile. Como a maioria dos blocos e carnaval foi criado em forma de protesto. É conhecido por ser democrático e ser um bloco livre de preconceitos reunindo pessoas diferentes como:  crianças, jovens, velhos, gays, heterossexuais, travestis, turistas, etc.

O bloco Simpatia é quase amor nasceu em virtude do protesto Diretas Já, arrasta multidões ao embalo de sua marchinha. As cores que identificam o bloco são cores fortes, amarelo e roxo, que foi inspirada no remédio Engov, para evitar ressaca.

Além do tradicional carnaval de rua, o Rio de Janeiro também é conhecido pelas suas tradicionais Escolas de Samba. Foi criado em 1920, quando o Brasil procurava uma identidade para se restabelecer e valorizar a cultura negra. São chamadas de escolas de samba por serem agremiações que se apresentam e aglomeram foram de morros, e guetos.

A partir disso foi criada uma peça fundamental para a identidade do Rio, e de todo o Brasil. Os desfiles, cada vez mais cenográficos, são espetáculos que atraem pessoas do mundo inteiro. E são avaliados pela cenografia, ritmo, organização, samba-enredo, entre outros muitos quesitos.

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A escola vencedora do ano passado foi a Unidos de Vila Isabel, a escola seduziu o público e os jurados não só com a sua cenografia, mas com um samba-enredo de arrasar, que emocionou ao falar da vida dos trabalhadores rurais. Emocionados e motivados com toda beleza da escola, todos os participantes aturam de maneira impecável. Faturando a pontuação máxima, na bateria, canto e evolução.

A Marquês de Sapucaí, local dos desfiles e passarela do samba como é conhecida passou por uma grande reforma ano passado. O projeto deixou o local como o arquiteto Oscar Niemayer projetou há 30 anos. As obras aumentaram a capacidade do local, aumentando a capacidade de público para 72.5 mil lugares, e os camarotes ganharam varandas para melhor visualização do desfile.

O Arquiteto Oscar Niemayer, agora já falecido, ficou emocionado ao visitar a passarela do samba. E demostrou felicidade ao falar que o trabalho não foi só dele e sim de um grupo e sua enorme satisfação em ver o resultado.

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